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Mostrando postagens de março, 2017

Crítica ao croqui

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   O principal aspecto deste croqui que me chamou a atenção foi a representação da realidade. As noções de profundidade e sombras no desenho estão muito bem feitas, o que faz parecer que estou tendo a vista do lugar, porque é perceptível o ângulo no qual o observador se posiciona. O desenho está bem enquadrado e bem equilibrado no papel, pois apesar de o lado esquerdo chamar mais atenção em decorrência das sombras, o lado direito equilibra por conta dos detalhes dos vidros representados. Além disso, o tipo de traço me agrada porque ao mesmo tempo que mostra uma certa expressividade, não sobrecarrega o desenho.

Croquis EAD

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Meu objeto: Cordão laranja Objetos relacionados: Filtro dos sonhos e "caneca de café"

Qual a diferença entre roupa e arquitetura?

*Parágrafo já complementado      O objetivo inicial tanto da roupa quanto da arquitetura era o de proteger/isolar o homem das interações com o meio. Por um lado, a roupa nos protege contra o frio e arranhões, por exemplo, enquanto a arquitetura cria uma divisória, formando o lado de dentro (protegido) e o lado de fora (meio ambiente caótico). Entretanto, iniciando uma reflexão a cerca do assunto, é possível perceber que, na atualidade, os objetivos da roupa e da arquitetura seguiram diferentes caminhos. Por um lado, a arquitetura deixou de se tratar somente da construção de um muro que interrompesse a interação com o meio e passou a prezar pela projeção do espaço da melhor maneira possível de acordo com o objetivo esperado. Um projeto arquitetônico pode ter como objetivo promover uma relação entre o natural e o humano (como é possível observar na obra de Frank Lloyd Wright , arquiteto que projetou uma casa erguida sobre uma queda d'água), ou promover uma melhoria na ...

Parágrafo sobre o texto "Animação cultural" de Vilém Flusser

   O primeiro ponto interessante do texto é o fato de os objetos estarem reunidos em torno de uma mesa redonda, sinal de início de debate no qual os mesmos questionam a dominação humana. A questão gira em torno da ideia de que os humanos fazem dos objetos escravos de seu poder. Nesse contexto observamos que a relação homem-objeto é bilateral: por um lado, existe o pensamento de que os objetos foram feitos apenas para suprir as necessidades do homem, mas por outro lado, percebemos que sem os objetos, o ser humano não passaria de um animal qualquer, uma vez que são os objetos os elos que nos conectam à cultura e à tecnologia, por exemplo. A partir daí, é possível observar que a revolução mencionada no texto já está em curso, já que a cada dia que passa, nós, humanos, nos tornamos mais dependentes dos objetos que nos rodeiam.